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viernes, 26 de abril de 2013

Protração maxilar associada à disjunção maxilar ortopédica - PDF

Os processos alveolares movem-se juntamente com o maxilar superior, ocorrendo uma expansão do arco dentário e um aumento da capacidade intranasal. As mudanças da maxila causam na mandíbula um redirecionamento para baixo, bem como sua rotação horária, acarretando um aumento na dimensão vertical e um decréscimo no comprimento efetivo da mandíbula, o que vem a melhorar a Classe III de Angle, porém com risco de ocasionar ou agravar uma abertura da mordida.




A disjunção maxilar ortopédica seria mais ideal se conseguida antes ou por volta do surto de crescimento puberal (quanto mais próximo do término do crescimento do paciente pior o prognóstico). Esqueleticamente, a maxila se move para frente, enquanto a mandíbula teria uma rotação negativa. Ântero-posteriormente, a abertura da sutura palatina é clinicamente paralela.

Deve-se começar a terapia o mais precocemente possível, aos 4 anos de idade, sendo a mesma dividida em 2 etapas: a primeira com duração aproximada de 8 a 12 meses e a segunda etapa na época da esfoliação dos segundos molares decíduos...


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